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Quem sou eu

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Durante 25 anos apoiei a formação de equipes e líderes, bem como busquei ser uma pessoa melhor, respeitando meus valores e mantendo um posicionamento ético diante da vida. Neste momento me entrego à minha missão de vida. A vivência adquirida até aqui me levou à uma visão crítica da maturidade dos ambientes corporativos em pequenas, médias e grandes empresas, bem como dos comportamentos que possibilitam estratégias eficazes para alcance de resultados e formação de equipes altamente produtivas e colaborativas. Minha busca é para que as pessoas busquem seu empoderamento e tenham as rédeas da própria vida nas mãos, perseguindo a felicidade como sua principal meta. Esta formação se dará através de consultorias e treinamentos comportamentais, workshops, palestras motivacionais e personal e/ou professional coaching.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Carreira: Empregabilidade, Comprometimento e Submissão

Vamos continuar a série sobre carreira.
Estive em Recife na semana passada participando de um treinamento com o Instituto Edson De Paula.

Após o primeiro dia de curso do Edson De Paula, a noite na quinta passada, tive a oportunidade de assistir à palestra "Como anda sua empregabilidade neste momento de Crise?", que encerrava o 2º ENCONTRO NUDECAD e com parceira entre a FAFIRE, o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-PE)
Entre os palestrante estiveram Adriana Cavalcanti e Vânia Portela da Portela e Cavalcanti. A palestra foi realizada no Colégio São José e a maior parte dos participantes eram jovens entre 18 e 25 anos. Impressionante. Sala cheia e interessada.

Muito interessante a apresentação dos pilares da empregabilidade e o discurso trazido por Adriana sobre a forma como devemos cuidar de cada um deles. Há muita conversa por aí fazendo-nos acreditar que é fácil, mas fomos levados à consciência da nossa responsabilidade e como fazemos com que isso ocorra de forma prática.

Ao final, e como bônus adicionais, para quem prestigiou o evento, as estrelas:

Vânia Portela: mais uma vez traz à luz de sua vivência, a importância de estarmos antenados sobre tudo que foi dito não apenas para nos mantermos empregados, mas competitivos. Vânia é sempre uma lição. Estávamos todos ansiosos por sua contribuição.

Professor Alexandre Nunes: após as perguntas e discussões do encontro, Prof. Alexandre nos alerta sobre as artimanhas do poder nos ambientes corporativos deturpando os verdadeiros significados de "Comprometimento" e "Submissão". Levando-nos a consciência que assim como as empresas escolhem os candidatos, que nós também façamos a leitura dos valores reais dela, e avaliemos se eles estão alinhados com os nossos, pois acima da preocupação com a empregabilidade, que sejamos íntegros, congruentes e éticos com a escolha de onde colocamos 1/3 do nosso tempo, nome e intelecto.

Tenho vivido muito aprendizado e considero que Deus tem me guiado, pois em tudo o que participo o tema do comportamento humano é sempre a pauta. Aquele comportamento à que me dedico e me sustenta nos novos caminhos a que me propus.

Obrigada Adriana Cavalcanti, Vânia Portela e Prof Alexandre Nunes pelos aprendizados desta noite e para a vida.

Encontro maravilhoso e aprendizado. Família de Adriana conosco. Um prazer multiplicado
À Jaqueline e Camila meu obrigada pela carona e o papo maravilhoso com gosto de nordeste nos trajetos de ída e volta!!!! Eita gente acolhedora esse pessoal de Pernambuco!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Mogly - O Autoconhecimento do Menino Lobo

Hoje estive no cinema. Mogly - O menino lobo, da disney, em 3D.

Lembrei-me das inúmeras vezes que vi Rei Leão quando meus filhos eram pequenos. Penso que os desenhos da Disney devam mesmo lotar salas e gerar bilheterias milionárias, tal qual o cuidado que eles tem na geração dos diálogos e a preocupação de levar as pessoas à reflexão...seja em que idade for. Os desenhos da Disney não são apenas para crianças. Prestem atenção ao moral da história.

Fiquei impressionada não apenas com a qualidade de arte e tecnologia trazidas num mundo exuberante de faz de conta digital, mas com a capacidade de trazer para as telas a busca pelo autoconhecimento a que Mogli é submetido durante uma fuga que lhe é imposta, mas que ele nunca desejou.

São cenas que colocam questionamentos muito ricos sobre como nos organizamos para formar grupos; de como a nossa identidade pode ser questionada a todo tempo por não sermos iguais aos outros; a como podemos não ser reconhecidos como parte de um grupo mas o quanto o sentido de pertencimento faz com que arregacemos as mangas e façamos o que precisa ser feito... muitas vezes em nome daqueles que não se apropriam da responsabilidade....da estratégia que possibilita que a batalha seja vencida por quem aparentemente parece mais frágil: a força da inteligência e a coragem.
Frases de impacto: 

"Quantas vidas valem o filhote do homem?"
"Você não é um lobo, então lute como um homem" 
"A força do lobo é a alcateia"

Muito lindo e rico. 
Não sei se isso tudo estava lá dessa forma, mas foi assim que senti. Somos nós que escolhemos a que grupo queremos pertencer, como fez o menino. Obrigada Disney.

sábado, 7 de maio de 2016

EU SOU PUBLIC MASTER !!!

Acredito que a palavra tenha muito poder. Através dela é possível começar uma guerra, e também acabar com ela. É possível sensibilizar as pessoas e causas que melhorem os relacionamentos humanos e a igualdade de direitos. Através dela podemos conhecer a história e cultura de outros povos e aumentar a nossa visão sobre a criação de Deus.

A palavra, se bem utilizada pode mudar o mundo para melhor.

Em tempos de tantas mudanças e crise mundiais na economia e nos relacionamentos humanos é de extrema necessidade que ela seja empregada de forma eficiente.

Acredito nos discursos sinceros e que defendem a naturalidade dos fatos e das energias que precisam ser despertadas, sem gritos exagerados, sem truques, sem apelação.

Considero que os treinamentos de oratória possam ajudar, mas foi no Public Master do Instituto Edson De Paula que vi as pessoas transformarem a sua inibição em emoção. 

Falas com sentimentos que invocaram as forças do Guerreiro, Visionário, Mestre ou Curador para atender a cada apelo trazido de temas livres. Cada um com seu ritmo, com sua entonação....foram incríveis as mudanças entre o primeiro e o último discurso ao longo do treinamento.




O vivencial propicia a libertação da rigidez do que aprendi de certo ou errado para falar em público, levando-me a descobrir o meu modo de me expressar: Como ser única que sou.


Tia Miriam - A Mãe de tantos!

Nossa mãe não pôde estudar o quanto desejava. Completou o quarto ano primário. Mas transmitiu muito bem os valores essenciais da vida, nos fazendo entender que as escolas transmitem conhecimento, educação a gente tem em casa. Meus irmãos e eu sabemos muito bem o que é certo e errado.


Há muitas formas de ser mãe. A nossa, Dona Milian (com L mesmo, embora todos pensem e digam R), optou por ser do jeito convencional. Casou-se, engravidou quatro vezes até que eu pudesse nascer e depois de mim, outras duas filhas. Em oito anos, teve seis filhos. 

Imaginem a fase de fraldas e mamadeiras. 



Tive dois filhos e penso que no passado as mulheres eram mais corajosas.
Mas adotou muitos outros em sua jornada que sempre estão por perto.
Foi e é uma mulher paciente e trabalhadora. Adora crianças e até hoje a sua maior alegria é ver as suas crianças (hoje na casa dos 50 anos), dos seus netos (na casa dos 20 anos) e da sua bisneta (perto de completar 2 anos), ao seu entorno.

Muitas vezes livrou-nos da rigidez do meu pai, protegendo-nos das explosões que eventualmente sua carga de trabalho lhe causava. Coitado.

Em minhas memórias mais representativas a vejo chegar dirigindo uma kombi nos anos 70 e carregando não apenas os seus filhos, mas todos os outros que os pais entregavam à ela, em confiança, para os passeios mais insanos: Centro Esportivo Municipal na Zona Sul de São Paulo, Parque do Ibirapuera, Zoológico e tantos outros. Minha mãe foi uma mulher moderna apesar da sociedade estranhar sua independência.

Mas não pense que ela se contentou com o rótulo "do lar" que as mães que optam por cuidar dos próprios filhos levam... ao invés de dedicar-se à outras carreiras. Minha mãe fez crochê, tricô, ponto cruz, vendeu Avon e Natura de porta em porta,  pintou quadros, teve loja e escola de artesanato....nunca a vi sem uma ocupação e sem a condição de comprar as suas e as nossas lingeries. Sempre tínhamos uma roupa nova para as datas comemorativas. Minha mãe é vaidosa e com ela aprendi de que não se sai de casa sem pentear os cabelos ou passar um batom.

Com ela aprendi a ouvir Nelson Gonçalves, Lupicínio Rodrigues, Noite Ilustrada, Ray Connif com as grandes orquestras e tantos outros que só me fizeram entender o quanto a música pode traduzir a felicidade, a grandeza e as tristezas de quem viveu.


Minha mãe recebeu nossos amigos na infância e adolescência como se fossem sobrinhos dela e muitos deles ainda a chamam de "Tia Miriam". Mundos de comidas e louça pra lavar, hahah.


Depois nossos namorados e namoradas...sabe as datas de aniversário de seus genros, noras, netos e bisneta de cor...o ponto cruz preservou a sua memória. Graças a Deus.

Todos que a conhecem a admiram e para nós isso é um orgulho.

Dona Milian ficou viúva cedo e pensamos, apesar de ter saudades de nosso pai, que ela merecia um companheiro a vida toda...mas, a vida não foi assim.

Por tudo que somos....por tudo que nos ensinou...pelo privilégio de tê-la por perto com saúde por tantos anos, para aproveitar o que é melhor nessa história toda: os bons momentos, nós agradecemos a Deus!

quarta-feira, 4 de maio de 2016

A Dança do Conhecimento

Sempre acreditei no poder da música. Acredito que este gosto tenha nascido na minha infância quando observava minha mãe sempre cantarolando enquanto driblava tantos afazeres para criar seis filhos. A música sempre a alegrou. Os discos de vinil, a eletrola...ai ai.

Mais tarde as cantigas de roda, as músicas de folclore e natalinas. Lembro também que minhas duas irmãs e eu adorávamos cantar e dançar, então virávamos a bacia de alumínio que minha utilizava para quarar a roupa, e a fazíamos de palco e o cabo da vassoura era o microfone. Uma delas imitava a Martinha, a outra Vanderléia e eu o Elvis. Ouçam bem a letra da música, apesar de ser uma composição do Frank Sinatra ninguém a interpreta melhor que o Elvis, muito menos eu, hahah. É uma lição de vida e alguém que devia fazer coaching hahah.

Desculpem os mais novos se não sabem quem são esses, mas na época era uma "sensação", "uma brasa mora", hahah...saudades.

Um pouco além: os bailes de garagem e depois as danceterias. 

As moças passavam o dia enrolando os cabelos (nos bobes e não nas escovas e secadores) e cuidando da maquiagem e figurino. Sem contar os secadores de quem podia ir ao salão para fazer a produção, hahah  Depois íamos para os bailes e danceterias e esperávamos um rapaz para tirar-nos para dançar. Nem sempre tínhamos sucesso, hahah. As vezes, com muita sorte, aquele rapaz que passava a noite te paquerando do outro lado do salão, tomava coragem, e enfim o par se fazia e dançávamos juntos de verdade.

Estas lembranças me vieram noutro dia, durante o acompanhamento do curso de formação em Coaching Profissional pelo Instituto Edson De Paula lá em Recife, onde num momento muito lindo e que jamais vou esquecer,Vânia Portela (Psicóloga Clínica e Organizacional, Coach Comportamental, Escritora, Palestrante e Especialista em Estilos Comportamentais) e Marcelo Arruda (professor de dança) demonstraram como os estilos comportamentais se comunicam, utilizando a dança para isso.
Que lindo o que prepararam para o nosso aprendizado. Obrigada sinceramente.

Minhas memórias vieram e o prazer pela música e dança voltaram com força. A vida pode apresentar conhecimento de várias formas e isto pode ser divertido!

Mas preste atenção: Vania Portela está na terceira idade e não cansa de nos surpreender e ensinar como é possível manter a mente sadia e inovar.

BRAVO !!!