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Quem sou eu

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Durante 25 anos apoiei a formação de equipes e líderes, bem como busquei ser uma pessoa melhor, respeitando meus valores e mantendo um posicionamento ético diante da vida. Neste momento me entrego à minha missão de vida. A vivência adquirida até aqui me levou à uma visão crítica da maturidade dos ambientes corporativos em pequenas, médias e grandes empresas, bem como dos comportamentos que possibilitam estratégias eficazes para alcance de resultados e formação de equipes altamente produtivas e colaborativas. Minha busca é para que as pessoas busquem seu empoderamento e tenham as rédeas da própria vida nas mãos, perseguindo a felicidade como sua principal meta. Esta formação se dará através de consultorias e treinamentos comportamentais, workshops, palestras motivacionais e personal e/ou professional coaching.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Atitude é outra coisa!!!

É comum ver as pessoas desejarem algo. Atitude é outra coisa.

O desejo está no plano do querer, do sentimento, da emoção.

A Atitude está no campo da ação, do comportamento, do fazer. 

Muitas pessoas passam a vida imaginando um objetivo no futuro, muitas vezes sem construir um plano para alcançá-lo. Acreditam que apenas desejando ela ocorrerá. 


Atitude é diferente. Todos os dias há alguém levantando para buscar o pão na padaria. O que? Não entendeu?

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Buscar o pão na padaria é uma rotina que alguém assumiu para garantir que haverá energia (para ela ou para a família) para entregar o que é esperado daquele dia: seja um projeto, uma caridade ou qualquer outro entregável.

O mundo está cheio de oportunidades e elas estão lá paradas esperando por você. É você que deve buscá-las! Elas não virão até você! Pense, aja,  tenha atitude!



Atrito ou Conflito - O que você promove?!

O mundo corporativo é um palco.
Sempre duvidem de pessoas que mantém um calma oriental para tudo, mantendo-se naquele pedestal acima do Olimpo.
Duvidem porque elas não conseguem manter o personagem. Acreditam que o silêncio ou o distanciamento as livrarão do julgamento. Ao primeiro risco de ver sua vaidade deflagrada saem distribuindo desequilibrio por onde passam.
Temem pelo que desconhecem mas não admitem a ignorância e não se apresentam ao aprendizado.

Lamentável perceber que elas tem ainda pouca habilidade para a comunicação, criando muito mais atrito que conflito.
O atrito é daninho. Vazio. Leva a perda de energia e estafa.
O conflito fortalece o posicionamento. Ele evidencia competências e conhecimento no momento do embate. O conflito é saudável desde que as pessoas sejam respeitosas e assumam claramente suas idéias e atitudes.
Pessoas que não sabem interpelar e intervir em assuntos de negócios e nem mesmo dentro de suas áreas reconhecem habilidades que não possuem, estão condenadas a passarem por desconectadas, alienadas ou desatualizadas.
Os ambientes corporativos estão repletos de atores mas nem todos sobreviverão para receber os aplausos quando o show terminar.
Pense no papel que está assumindo e para o qual está sendo pago e faça valer o preço do ingresso. Respeite o seu público.

Fofoca Corporativa Pode?!!

Há muita energia na presença, comportamento e conduta das pessoas no ambiente corporativo. Mas todas elas são benéficas?!

De outro lado, com tantos aplicativos de mensageria: Whatsapp, Skype, SMS e etc, isto significa que podemos falar pelas costas de um colega de trabalho no ambiente corporativo?! Como você age? Pense bem.

É possível nos blindar neste ambiente? Não!
Assistimos esta energia contaminar os ambientes de duas formas. Por vezes são dignificantes: solidárias, de amor fraternal, bonitas no melhor sentido humano. No entanto, assistimos algumas pessoas serem contaminadas pelo tipo mais cruel e passarem a agir da mesma forma que o fofoqueiro; outras adoecem: da coluna, do rim, do fígado e neurologicamente. Não sabem canalizar e então somatizam. A que afeta o pensamento é muito mais agressiva, pois entristece.
A única forma de estar imune à ela é preservando seus valores. Assumir uma conduta ética diante de comportamentos que não se assemelham aos seus. Reagir contrariamente ao que o comportamento do outro influencia, ao que a fofoca provoca, mantendo-se íntegro aos seus princípios.