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Quem sou eu

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Durante 25 anos apoiei a formação de equipes e líderes, bem como busquei ser uma pessoa melhor, respeitando meus valores e mantendo um posicionamento ético diante da vida. Neste momento me entrego à minha missão de vida. A vivência adquirida até aqui me levou à uma visão crítica da maturidade dos ambientes corporativos em pequenas, médias e grandes empresas, bem como dos comportamentos que possibilitam estratégias eficazes para alcance de resultados e formação de equipes altamente produtivas e colaborativas. Minha busca é para que as pessoas busquem seu empoderamento e tenham as rédeas da própria vida nas mãos, perseguindo a felicidade como sua principal meta. Esta formação se dará através de consultorias e treinamentos comportamentais, workshops, palestras motivacionais e personal e/ou professional coaching.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Porque Santo dos Anjos não devia morrer

Santo era o neto e filho amoroso que tentou cumprir os desejos de integridade herdados da sua descendência.

Santo era o pai e esposo amoroso e íntegro que apesar da vida dura tinha sempre o colo para aninhar as tristezas da vida de quem amava.

Santo era o guardião fiel do amor de adolescência, renascido e intenso. Que tem a coragem de resgatá-lo apesar de seus valores familiares, como homem que cede aos encantos da paixão.

Domingos Montagner - Homenagem ao Homem e Ator

Santo era o personagem que atendia à todos os sonhos...sonhos de avós, sonhos de pais, sonhos de filhos, sonho de esposas, sonho de amantes, dos cidadãos e amigos que precisam de uma referência e um exemplo. Era, apesar da ficção, um exemplo que entrava em nossa casa todos os dias para defender a dignidade, honestidade e o amor.

Domingos e Santo dos Anjos se vão deixando-nos órfãos (na realidade e na ficção) do lado humano mais bonito que há em todos nós.

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